O ABISMO ENTRE EXISTIR E VIVER
Como reencontrar sua verdadeira identidade em Deus e experimentar a vida para a qual você foi criado.
A Dependência Humana de Deus
O que a Bíblia e a Ciência revelam
Dona Maria trabalha há vinte anos limpando casas na cidade. Nunca terminou o ensino médio, mas tem um jeito de enxergar a vida que muita gente com diploma não tem. Um dia, o netinho de cinco anos dela perguntou: "Vó, quem fez Deus?" E ela respondeu, do jeito mais simples possível, algo que um dos maiores teólogos da história cristã levou anos para formular com todo o rigor da lógica.
Esse é o ponto de partida deste livro: a verdade mais profunda sobre Deus não está escondida só em livros difíceis — ela também mora no bom senso de uma avó explicando a vida para o neto.
Genes Gonçalves Nunes une Bíblia e Ciência para revelar por que tudo o que existe depende de algo — e por que reconhecer sua própria dependência de Deus não é fraqueza, mas a decisão mais lúcida que uma pessoa pode tomar.
Se você tem apoiado o peso da sua vida em coisas que também podem falhar, este livro aponta para o único lugar que nunca vai ruir.
"Eu Sou o que Sou."
— Êxodo 3:14
Para quem é este livro
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Para quem busca entender, pela fé e pela razão, quem realmente sustenta a vida
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Para quem está cansado de apoiar seu peso em coisas que falham (dinheiro, aprovação, força própria)
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Para quem gosta de fé explicada com simplicidade, sem perder a profundidade
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Para quem quer reconstruir sua vida sobre uma base que não pode ruir
Um trecho do livro
"Dona Maria trabalha há vinte anos limpando casas na cidade. (...) Um dia, o netinho de cinco anos dela perguntou: 'Vó, quem fez Deus?'
Ela parou, sorriu, e respondeu do jeito mais simples que conseguiu: 'Meu filho, tudo que a gente vê no mundo teve que ser feito por alguém. (...) Mas Deus não. Deus sempre existiu. Ele não precisou de ninguém pra fazer Ele.'
A resposta de dona Maria, sem que ela soubesse, é praticamente a mesma que um dos maiores teólogos da história cristã levou anos estudando para formular com todo o rigor da lógica."
— Capítulo 1, O Único Que Não Precisa de Nada